Maria Azenha

No reflexo das águas calmas do Mondego
Brilham-te os olhos ao rever Coimbra
Escolheu-te a Rainha que foi Santa
E de ti quis abarcar solícita
A cidade em amplo envolver de braços e olhar
Os choupos reverentes, inclinam-se em vénia à tua fidalguia
Convento velho, onde te escondes que não respondes?

Que lugares guardamos na memória? Que importância têm nas nossa vidas?
Pontos de Fuga
Maria Azenha
Pela primeira vez disponível na Internet:
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Textos:
José Ribeiro Ferreira
Eduíno de Jesus
Música:
José Afonso; Michael Stearns; David Hykes; Dead Can Dance; Philip Glass
Pós-produção:
João Félix Pereira
Produção e Realização:
Francisco Mateus
Tempo total: 36:56 min

Oração em Santa Clara-a-Nova
Isabel, trago-te estas rosas. São o milagre do pão que me deixaste
Rosas brancas na haste, ainda em botão
Isabel, a tua morte lhes baste
Que sejam sempre brancas, sempre rosas na rosa da tua mão
Lá fora, os homens não querem mais saber das rosas que inventaste

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Próximo convidado: João Bénard da Costa